quarta-feira, 24 de março de 2010

FIGURAS ILUSTRES DE AMARANTE - Acácio Lino


Acácio Lino de Magalhães, nasceu em Travanca, Amarante, dia 25 de Fevereiro de 1878 e faleceu no Porto em 1956. Foi um pintor português.

Estudou pintura na Escola de Belas-Artes do Porto, onde foi discípulo do pintor Marques de Oliveira, nos cursos de escultura, arquitectura, desenho e pintura terminando a sua formação com distinção.

De seguida estagiou em França (com Jean-Paul Laurens e Carmon), Itália e Suíça.

Depois do falecimento do escultor Teixeira Lopes, ocupou o seu lugar na Escola de Belas-Artes do Porto.

Está representado no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, Museu Grão Vasco em Viseu e o Museu de José Malhoa, nas Caldas da Rainha. Foi um dos responsáveis pela decoração do Teatro Nacional S. João no Porto.


FIGURAS ILUSTRES DE AMARANTE - António Carneiro


António Teixeira Carneiro Júnior nasceu em Amarante, dia 16 de Setembro de 1872 e faleceu no Porto em 1930.

Durante toda a sua vida foi um artista com um elevado grau de sensibilidade, voltando-se mais para o sentimento do que para a razão, procurando mais emocionar do que explicar, dedicando-se à pintura de retrato traduzindo neles o estado psicológico do modelo. É por esta razão que muitos o apelidaram de “retratista de almas”. Dedicou-se também à pintura religiosa e histórica.

Por altura dos seus 28 anos foi premiado na Exposição Universal de Paris, com a obra “A Vida” e a partir daí foi vencedor de sucessivos prémios, não só na Europa mas também nos EUA.

Teve como principais influências as obras de Leonardo Da Vinci, da época Renascentista, de Rembrandt na altura Barroca, e de outros pintores do século XIX.

Foi professor de Desenho na Escola de Belas-Artes do Porto e aí permaneceu até à sua morte em 1930. A sua última morada, foi na casa atelier, que partilhou com o seu filho, o desenhador Ricardo Carneiro (1900-1971) do estilo modernista. Essa casa foi transformada em casa museu pela Câmara Municipal do Porto, na rua que homenageia o pintor, mas desde a gestão de Rui Rio que se encontra encerrada e votada ao abandono, estando o seu espólio num estado de degradação e delapidação considerável e inadmissível.

Obras relevantes

• A Vida - Esperança, Amor, Saudade (Tríptico) (1899 - 1901)

• Ecce Homo (1901)

• Auto-retrato (não datado) (1903 ?)

• Contemplação (1911)

• Praia com barcos (1911)

• Praia da Boa-Nova (1912)

• Praia com barcos (1917) (mesmo título de obra anterior)

• Pinheiros (1916)

 

FIGURAS ILUSTRES DE AMARANTE - Agustina Bessa-Luís




Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante em 1922, descendente de uma família de Entre Douro e Minho e de uma família espanhola de Zamora. Passou a sua infância e adolescência nesta região, cujo ambiente marcou a obra da escritora amarantina. Na idade adulta, viveu, no Porto, onde reside actualmente.

Em 1948, escreveu o seu primeiro romance, a novela Mundo Fechado, mantendo desde essa altura um ritmo de publicação pouco usual nas literatura nacional, tendo escrito, já, mais de 50 obras.

Tem representado a literatura portuguesa em diversos colóquios internacionais e realizado conferências em universidades de todo o mundo.

Foi membro do conselho directivo da Comunitá Europea degli Scrittori (Roma, 1961-1962).

Entre 1986 e 1987 foi Directora do diário O Primeiro de Janeiro (Porto). Entre 1990 e 1993 foi directora do Teatro Nacional de D. Maria II (Lisboa) e membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social.

É membro da Academie Européenne des Sciences, des Arts et des Lettres (Paris), da Academia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa, tendo já sido distinguida com a Ordem de Sant'Iago da Espada (1980), a Medalha de Honra da Cidade do Porto (1988) e o grau de "Officier de l'Ordre des Arts et des Lettres", atribuído pelo governo francês (1989).

Em 1954, com o romance A Sibila, que Agustina Bessa-Luís impôs-se como uma das vozes mais importantes da ficção portuguesa contemporânea. Conjugando influências de autores como Raul Brandão na construção de uma linguagem narrativa onde o intuitivo, o simbólico e uma certa sabedoria telúrica e ancestral, transmitida numa escrita de características aforísticas, se conjugaram com referências de autores franceses como Proust e Bergson, no que diz respeito à estruturação espácio-temporal da obra, Agustina Bessa-Luís é senhora de um estilo único, paradoxal e enigmático.


Muitos dos seus romances foram adaptados ao cinema pelo realizador Manoel de Oliveira. É o caso Fanny Owen ("Francisca"), Vale Abraão e As Terras do Risco ("O Convento"), e "Party". É também autora de peças de teatro e guiões para televisão, tendo o seu romance As Fúrias sido adaptado para teatro e encenado por Filipe La Féria (Teatro Nacional D. Maria II, 1995).

Recebeu aos 81 anos o mais importante prémio literário da língua portuguesa: o Prémio Camões, em 2004.


FIGURAS ILUSTRES DE AMARANTE - Amadeo de Sousa-Cardozo


Amadeo de Sousa-Cardozo, nasceu em Manhufe, freguesia de Mancelos, em Amarante, dia 14 de Novembro de 1887 e morreu em Espinho, dia 25 de Outubro de 1918. Foi um pintor português, precursor da arte moderna, prosseguindo o mesmo caminho que os artistas de vanguarda da sua época traçaram. Embora tenha vivido pouco tempo, a sua obra tornou-se imortal.



Biografia

A sua família, rica, influenciou-o a ingressar no curso de Direito na Universidade de Coimbra. No entanto, Amadeo desistiu do curso e mudou para Arquitectura na Academia de Belas Artes de Lisboa em 1905. O curso não satisfazia o seu génio criativo, por isso partiu para Paris em 1906, com intenção de continuar a estudar. Começou por se dedicar aos desenhos e caricaturas, dedicando-se, mais tarde, à pintura. Foi um pintor multifacetado, uma vez que criou obras impressionistas, expressionistas, cubistas e futuristas.

Em 1908, instalou-se no número catorze da Cité de Falguière. Frequentou ateliers preparatórios para a Academia das Beaux-Arts e a Academia Viti do pintor catalão Anglada Camarasa mas, apesar disso, não chegou a ser admitido. Em 1910, esteve alguns meses em Bruxelas e, em 1911, expôs trabalhos no Salon des Indépendants, em Paris, aproximando-se das vanguardas e de artistas como Amedeo Modigliani, Constantin Brancusi, Alexander Archipenko, Juan Gris e Robert Delaunay.

Depois de participar numa exposição realizada em 1913 no Armory Show nos EUA, voltou para Portugal, fez duas exposições, uma no Porto e outra em Lisboa. Nesse ano, participou ainda no Herbstsalon da Galeria Der Sturm, em Berlim.

Em 1914, encontrava-se em Barcelona com Antoni Gaudí e parte para Madrid, onde é surpreendido pelo início da I Guerra Mundial. Regressou a Portugal, onde iniciou uma carreira na experimentação de novas formas de expressão, tendo pintado constantemente, ao ponto de, em 1916, expor no Porto, 114 obras, que foram também expostas em Lisboa, com novidade e algum escândalo.

O cubismo em expansão por toda a Europa foi uma influência marcante no seu cubismo analítico.

Amadeo de Sousa-Cardozo explorou o expressionismo e, nos seus últimos trabalhos, experimenta novas formas e técnicas, como as colagens e outras formas de expressão plástica.

Em 25 de Outubro de 1918, aos 31 anos de idade, morre prematuramente em Espinho, vítima da "pneumónica" que grassava em Portugal.


Foto: http://1.bp.blogspot.com/_oFhT1ead4iw/SQRfK7SXXTI/AAAAAAAAGJU/llJl5VR-anA/s400/pag2_1.jpg

FIGURAS ILUSTRES DE AMARANTE - Teixeira de Pascoaes


Teixeira de Pascoaes, pseudónimo de Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos, (Amarante, 8 de Novembro de 1877[1] — Gatão, 14 de Dezembro de 1952) foi um poeta e escritor português.

Vida

Nasceu no seio de uma família aristocrática de Amarante e foi uma criança solitária, introvertida e sensível, propenso à contemplação nostálgica da Natureza.

Em 1883, iniciou os estudos primários em Amarante, e em 1887 ingressou no liceu da vila. Em 1895, foi para Coimbra e aí terminou os seus estudos secundários. Em 1896 inscreveu-se no curso de Direito da Universidade de Coimbra. Ao contrário da maioria dos seus colegas, não fez parte da boémia coimbrã, e passou o seu tempo, no quarto, a ler e a escrever.

Licenciou-se em 1901 tornando-se advogado, primeiro em Amarante e mais tarde no Porto. Em 1911, foi nomeado juiz substituto em Amarante, cargo que ocupou durante dois anos. Em 1913, dá por terminada a sua carreira judicial.

Como proprietário abastado, não tinha necessidade de exercer nenhuma profissão para garantir a sua sobrevivência, e passou a viver no solar de família em São João de Gatão, perto de Amarante, com a mãe e outros membros da sua família. Dedicava-se à gestão das propriedades, à contemplação da natureza e da Serra do Marão, à leitura e à escrita.

No final da vida, seria amigo dos poetas Eugénio de Andrade e Mário Cesariny de Vasconcelos. Cesariny de o elegeu-o como poeta superior a Fernando Pessoa.

Pascoaes morreu aos 75 anos, em Gatão, de bacilose pulmonar, em 1952.

Obra

Com António Sérgio e Raul Proença foi um dos líderes do chamado movimento da "Renascença Portuguesa" e lançou em 1910 no Porto, juntamente com Leonardo Coimbra e Jaime Cortesão, a revista A Águia, principal órgão do movimento.

Poesia

• 1895 - Embriões

• 1896 - Belo 1ª parte

• 1897 - Belo 2ª parte

• 1898 - À Minha Alma e Sempre

• 1899 - Profecia (colaboração com Afonso Lopes Vieira)

• 1901 - À Ventura

• 1903 - Jesús e Pan

• 1904 - Para a Luz

• 1906 - Vida Etérea

• 1907 - As Sombras

• 1909 - Senhora da Noite

• 1911 - Marânus

• 1912 - Regresso ao Paraíso

Elegias



1913- O Doido e a Morte

1920 - Elegia da Solidão

1921 - Cantos Indecisos

1924 - A Elegia do Amor



O Pobre Tolo

• 1925 - D. Carlos

Cânticos

Sonetos

• 1949 - Versos Pobres

Prosa

• 1915 - A Arte de Ser Português

• 1916 - A Beira Num Relâmpago

• 1919 - Os Poetas Lusíadas (conjunto de conferências proferidas na Catalunha)

• 1921 - O Bailado

• 1923 - A Nossa Fome

• 1928 - Livro de memórias (autobiografia)

• 1934 - S.Paulo (biografia romanceada)

• 1936 - S. Jerónimo e a trovoada (biografia romanceada)

• 1937 - O Homem Universal

• 1940 - Napoleão (biografia romanceada)

• 1942 - Camilo Castelo Branco o penitente (biografia romanceada)

Duplo passeio

• 1945 - Santo Agostinho (biografia romanceada)

Conferências

• 1919 - Os Poetas Lusíadas (conjunto de conferências proferidas na Catalunha)

• 1922 - Conferência

A Caridade (conferência)

• 1950 - Duas Conferências em Defesa da Paz

Teatro

• 1926 - Jesus Cristo em Lisboa (colaboração com Raul Brandão)

 
Foto: http://3.bp.blogspot.com/_jg1NBjEBJtI/SvCs52YtBXI/AAAAAAAAAKQ/5Wnq-3oKobY/s320/Teixeira+de+Pascoaes.jpg

domingo, 21 de março de 2010

Amarante, Hoje

Aqui estão as fotografias de Amarante nos dias de hoje!

Fotografias: http://files.nireblog.com/blogs1/nortedeportugal/files/amarante-vista-a-noite.jpg

http://mjfs.files.wordpress.com/2008/03/solar-dos-magalhaes-1-amarante-thumb1.jpg

http://files.nireblog.com/blogs1/nortedeportugal/files/amarante-ponte.jpg

http://vistasnapaisagem.weblog.com.pt/arquivo/40Amarante1.JPG

http://vistasnapaisagem.weblog.com.pt/arquivo/40Amarante2.JPG

http://www.maraoonline.com/MARAO/MARAO_online/D8998ADE-652E-448F-8E5D-2B9F63921C0C_files/Amarante---Cheia-Cota-65-Dez-2002.jpg

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4f/Amarante_bank.jpg

quarta-feira, 3 de março de 2010

Amarante no Passado















Apresentamos, agora, algumas fotografias da nossa bela cidade de Amarante no passado. Uma vez bela, sempre bela!


Fotografias: Arquivo do Colégio de S.Gonçalo

Amarante - Comunicação Social e Demografia

Comunicação social

No concelho existem vários jornais e rádios no activo, com destaque para o «Jornal de Amarante», o «Repórter do Marão», e o «Notícias de Figueiró». Quanto às rádios, existem duas: a «Rádio Clube de Amarante» e a «Emissora Regional de Amarante». Ambas emitem em FM.

Demografia

Tem-se verificado um crescimento significativo nos dois últimos séculos, passando de 1 416 habitantes em 1801 para 61 582 em 2010. No entanto, entre 1960 e 2004, verificou-se apenas um aumento de 27,6%. Este facto justifica-se principalmente pelo elevado surto de emigração das décadas de 60 e 70 (época “negra” do Estado Novo) dos centros urbanos de Amarante e Vila Meã, para países europeus como a Alemanha, França ou Suíça.

Organização Administrativa de Amarante - Economia



As principais actividades económicas de Amarante são a agricultura, com destaque para a produção de vinhos verdes, a construção civil, a transformação de madeiras, o pequeno comércio e a indústria.

A pecuária, a silvicultura, a hotelaria e a metalomecânica, e os serviços, completam o tecido económico das várias freguesias da cidade. O turismo, se bem explorado, é também um sector com fortes potencialidades, tendo em conta as extraordinárias características ambientais e patrimoniais de Amarante.


Foto: http://clubevinhosportugueses.files.wordpress.com/2009/06/img_0251.jpg

Organização administrativa de Amarante - Administração municipal


O município de Amarante é administrado por uma Câmara Municipal composta pelo Presidente de Câmara, Armindo Abreu (PS) e seis vereadores. Existe uma Assembleia Municipal que é o órgão legislativo do município, constituída por 41 deputados e pelos 40 Presidentes de cada uma das freguesias do concelho.

Desde as primeiras eleições livres, no fim do Estado Novo, houve duas fases distintas nas inclinações partidárias do município. Amarante foi governada pelo PSD (1976 a 1985). No entanto, desde 1989, todas as eleições autárquicas foram vencidas pelo PS, primeiro na figura de Francisco Assis (entre 1989 e 1995), e depois por Armindo Abreu, desde 1995. Em 1993 e em 1997, o PS garantiu as únicas maiorias absolutas em autárquicas neste concelho, com 58,8% e 58,48%, respectivamente.


Foto: http://www.leme.pt/imagens/portugal/amarante/cidade-de-amarante/0002.jpg

Origem e História de Amarante


Crê-se que Amarante teve a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), apesar de o nome dos seus fundadores ainda serem desconhecidos.

A nossa cidade começou a adquirir importância depois da chegada de São Gonçalo (1187-1259), que nasceu em Tagilde, em Guimarães, que depois de peregrinar por Roma e Jerusalém, se fixou na Cidade do Tâmega. É a ele que se atribui a construção da velha ponte sobre o rio.

Amarante tornando-se alvo de inúmeras peregrinações, viu a sua população crescer harmoniosamente. No século XVI, D. João III ordenou a construção do Mosteiro de São Gonçalo sobre a capela, onde segundo a tradição São Gonçalo viveu e foi sepultado.
Em 1763, deu-se a derrocada da velha Ponte de São Gonçalo devido às cheias do Rio Tâmega. Após o sucedido, a ponte foi reconstruída com o aspecto que apresenta actualmente.

No início do Século XIX, Napoleão Bonaparte tentou invadir Portugal e, Amarante também foi alvo de invasão por parte dos franceses. Refira-se o heróico episódio da Defesa da Ponte de Amarante que conferiu ao General Silveira o título de Conde de Amarante e que deu a Amarante a honra de ser condecorada com o colar da Ordem Militar da Torre e Espada que reflecte no seu brasão municipal. Após este acontecimento, criaram-se planos para a reconstrução de Amarante, uma vez que os franceses tinham incendiado quase todas as casas.

O auge cultural de Amarante, dá-se nos inícios do Século XX, graças a Teixeira de Pascoaes, nas letras e a Amadeo de Sousa-Cardoso, na pintura.

Amarante adquiriu estatuto de cidade a 8 de Julho de 1985, data do seu feriado municipal.



Foto: Arquivo do Colégio de S.Gonçalo

Amarante, a Cidade do Tâmega


A nobre cidade de Amarante pertence ao Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 11 261 habitantes. O município é limitado a norte pelo município de Celorico de Basto, a nordeste por Mondim de Basto, a leste por Vila Real e por Santa Marta de Penaguião, a sul por Baião, Marco de Canaveses e Penafiel, a oeste por Lousada e a noroeste por Felgueiras.

O comércio e os serviços encontram-se maioritariamente em Amarante e em Vila Meã, os dois principais núcleos urbanos do concelho. O actual presidente da Câmara Municipal de Amarante é Armindo Abreu, do Partido Socialista.

Geografia

O concelho de Amarante é marcado pelo seu relevo. É o maior concelho do Distrito do Porto, tendo cerca de 29000 hectares de superfície. É atravessado pelo rio Tâmega, Ovelha, Ôlo e Odres.
Cerca de 80% da superfície do concelho encontra-se abaixo dos 600 metros de altitude. No entanto, está inserida em Amarante uma das serras mais altas serras do país, o Marão, que tem cumes que atingem os 1450 metros, e a serra da Aboboreira.
O solo é maioritariamente formado por granito, com predomínio da biotite. Há também algumas zonas de xisto dispersas pelo concelho.






Imagem: http://www.theage.com.au/ffximage/2007/11/19/Amarante_gallery__600x398,0.jpg